20 de maio de 2026
Pedras nos rins em Maracanaú: como o ultrassom e a tomografia detectam cálculos renais
A cólica renal está entre as dores mais intensas que existem — e o diagnóstico correto exige o exame de imagem certo. Entenda quando fazer ultrassom, quando fazer tomografia e como o diagnóstico precoce facilita o tratamento.
Ler mais →Imagine sentir uma dor que começa nas costas, passa pelo flanco e vai até a virilha — uma dor que muitos descrevem como uma das piores que já sentiram na vida. A cólica renal, causada pela movimentação de um cálculo dentro do trato urinário, é exatamente isso. Se você ou alguém da sua família já passou por isso, sabe bem o que é. Se nunca passou, precisa saber que o Nordeste brasileiro, incluindo o Ceará, está entre as regiões do país com maior prevalência de cálculos renais — e que o exame de imagem certo, no momento certo, faz toda a diferença entre um tratamento simples e uma complicação séria.
O que são os cálculos renais?
Os cálculos renais (ou litíase renal) são depósitos sólidos que se formam dentro dos rins a partir de minerais e sais presentes na urina. O tipo mais comum é o cálculo de oxalato de cálcio, mas existem também cálculos de ácido úrico, fosfato e estruvita (associados a infecções). Eles variam de tamanho: alguns têm poucos milímetros, outros crescem até centímetros. Os menores têm grande chance de ser eliminados espontaneamente com hidratação e analgesia; os maiores geralmente precisam de tratamento urológico específico.
Por que o Nordeste tem tantos casos?
O clima quente acelera a perda de líquidos pelo suor, concentrando a urina e favorecendo a cristalização dos minerais. Somado a uma tendência de ingestão de água abaixo do ideal em boa parte da população nordestina, o resultado é uma incidência de litíase renal acima da média nacional. Estudos brasileiros colocam o Nordeste entre as regiões de maior prevalência da doença, e Fortaleza e Maracanaú seguem essa estatística. Nos períodos mais quentes do ano, os atendimentos por cólica renal aumentam em todas as unidades de pronto-atendimento da região.
Quais são os sintomas?
A pedra no rim pode se manifestar de formas diferentes:
• Dor intensa em cólica no flanco, que irradia para a virilha ou a região genital
• Dor que vai e vem, em ondas, sem posição que alivie de vez
• Náuseas e vômitos associados à dor
• Sangue na urina (hematúria), visível ou detectado em exame laboratorial
• Dificuldade ou ardência ao urinar
• Vontade frequente de urinar em pequenas quantidades
• Febre e calafrios — sinal de alerta que indica possível infecção e exige avaliação urgente
Muita gente, porém, descobre a pedra por acaso, em um ultrassom de rotina, sem ter sentido sintoma algum. Por isso, o diagnóstico por imagem é tão importante: ele revela o que você não sente.
Ultrassom ou tomografia: qual exame fazer?
Essa é a dúvida mais comum. A resposta depende do contexto clínico, e o médico é quem deve indicar o exame adequado. Mas vale entender as características de cada um.
Ultrassonografia de vias urinárias
É o exame de primeira escolha na investigação inicial e no acompanhamento de cálculos já conhecidos. Seguro (sem radiação), amplamente disponível e de baixo custo, identifica cálculos nos rins, detecta hidronefrose (dilatação renal causada pela obstrução) e avalia o tamanho e a estrutura dos rins. A limitação é que cálculos pequenos localizados nos ureteres (os tubos que conectam rim e bexiga) nem sempre são visíveis com nitidez. Mesmo assim, quando associado a uma radiografia simples de abdome, o conjunto consegue diagnosticar corretamente a grande maioria dos casos.
Tomografia computadorizada de abdome e pelve sem contraste
É o padrão-ouro no diagnóstico da litíase urinária. Com sensibilidade de até 96% e especificidade próxima de 100%, detecta cálculos em qualquer parte do trato urinário — inclusive os menores e os que estão nos ureteres. É o exame preferido na crise de cólica renal, especialmente quando há dúvida diagnóstica, falha no controle da dor ou suspeita de complicações. A dose de radiação é controlada, e na crise aguda o benefício diagnóstico supera amplamente esse aspecto. O protocolo sem contraste endovenoso para cálculos torna o exame ainda mais simples e rápido.
Como se preparar?
Para o ultrassom de vias urinárias:
• Jejum de 4 a 6 horas para melhor visualização dos rins
• Bexiga moderadamente cheia: beba 2 copos de água 30 a 40 minutos antes do exame
• Leve exames anteriores e o pedido médico
• Informe ao médico sobre cirurgias anteriores nos rins ou na bexiga
Para a tomografia de abdome e pelve:
• Jejum de 4 horas se houver possibilidade de uso de contraste
• Para o protocolo sem contraste específico para cálculos, geralmente não há jejum obrigatório — confirme no agendamento
• Traga exames anteriores e informe alergias e medicamentos em uso
• Informe se há suspeita de gravidez ou uso de metformina
Como é feito?
O ultrassom é realizado com o paciente deitado. O médico desliza o transdutor com gel sobre o abdome e os flancos, avaliando cada rim, os ureteres (na medida do possível) e a bexiga. O exame dura cerca de 20 a 25 minutos e não causa nenhum desconforto.
A tomografia leva poucos segundos de aquisição efetiva. O paciente deita na maca e passa pelo anel do tomógrafo; em alguns momentos é pedido para prender a respiração por alguns segundos. O resultado é uma série de imagens em cortes finos que mostram qualquer cálculo, com seu tamanho exato, localização precisa e grau de obstrução.
O que fazer depois do diagnóstico?
Com o laudo em mão, o urologista decide o tratamento adequado. Cálculos menores (geralmente abaixo de 5 a 6 mm) têm grande chance de saída espontânea com hidratação intensa, analgépicos e acompanhamento clínico. Cálculos maiores ou que causam obstrução persistente podem precisar de litotripsia extracorpórea (ondas de choque que fragmentam a pedra sem cirurgia), ureteroscopia ou cirurgia percutânea. A maioria dos pacientes se trata sem procedimento invasivo, especialmente quando o diagnóstico é feito cedo.
Após o tratamento, o acompanhamento periódico com ultrassom é importante para verificar a eliminação do cálculo, detectarnovos cálculos em formação e confirmar que os rins permanecem sem sinais de dano.
Na Uno Diagnóstico, em Maracanaú, realizamos ultrassonografia de vias urinárias e tomografia computadorizada de abdome e pelve com laudos assinados por radiologistas com título de especialista pelo Colégio Brasileiro de Radiologia. Atendemos diversos convênios e particular, com agendamento facilitado de segunda a domingo, das 7h às 22h.
Se você está com cólica, sangue na urina ou já sabe que tem pedra no rim e precisa de acompanhamento, não adie. Agende seu exame pelo WhatsApp e chegue à consulta com o diagnóstico em mão — porque quanto antes você souber o tamanho e a localização do cálculo, mais rápido e simples será o seu tratamento.
18 de maio de 2026
Esteatose hepática (fígado gorduroso) em Maracanaú: como o ultrassom abdominal ajuda no diagnóstico
A esteatose hepática, popularmente conhecida como fígado gorduroso, afeta cerca de 1 em cada 3 brasileiros adultos — e na maioria das vezes não dá nenhum sintoma. Entenda como o ultrassom abdominal identifica a doença, quem deve fazer o exame e por que descobrir cedo faz toda a diferença.
Ler mais →Você fez exames de rotina e o seu médico comentou de passagem: "o seu fígado está um pouco gorduroso"? Ou está acima do peso, tem diabetes ou colesterol alto e nunca investigou como anda o seu fígado? Se essas perguntas fazem sentido para você, vale a pena entender melhor o que é a esteatose hepática — também chamada de fígado gorduroso — e por que o ultrassom abdominal é o primeiro exame indicado para investigar essa condição tão comum quanto silenciosa.
O que é a esteatose hepática?
A esteatose hepática é o acúmulo de gordura dentro das células do fígado. Quando a quantidade de gordura ultrapassa cerca de 5% do peso do órgão, o quadro recebe esse nome. Existem duas formas principais: a esteatose hepática associada a disfunção metabólica (a chamada MASLD, antiga DHGNA), ligada a obesidade, diabetes tipo 2, hipertensão e colesterol alterado; e a esteatose alcoólica, relacionada ao consumo excessivo de bebida alcoólica. As duas podem coexistir, e ambas podem evoluir, ao longo dos anos, para inflamação (esteato-hepatite), fibrose, cirrose e até carcinoma hepatocelular.
A esteatose é, hoje, a doença hepática crônica mais comum do mundo. Estudos brasileiros apontam que cerca de 30% da população adulta tem algum grau de gordura no fígado, e esse número sobe para mais de 70% entre pessoas com obesidade ou diabetes. O mais preocupante: a maior parte das pessoas não tem qualquer sintoma e descobre por acaso, em um exame solicitado por outro motivo.
Por que o ultrassom é o primeiro exame indicado?
O ultrassom abdominal é um exame seguro, sem radiação, indolor, amplamente disponível e de baixo custo. Ele tem boa sensibilidade para detectar esteatose moderada a grave e, por isso, é considerado a primeira escolha para investigação inicial. No laudo, o radiologista costuma descrever a textura do fígado como "hiperecogênica", ou seja, mais brilhante que o normal, com atenuação do feixe sonoro nas porções mais profundas e perda de definição dos vasos intra-hepáticos. Esses são os sinais clássicos do fígado gorduroso na ultrassonografia.
Nos casos em que é necessário avaliar com mais precisão a quantidade de gordura ou a presença de fibrose, o médico pode solicitar exames complementares como a elastografia hepática, a ressonância magnética com técnicas específicas ou, em situações selecionadas, a biópsia.
Quem deve fazer ultrassom para investigar o fígado?
A ultrassonografia abdominal pode ser indicada em diversas situações:
• Excesso de peso, obesidade ou ganho de peso recente
• Diabetes tipo 2 ou pré-diabetes
• Colesterol e triglicerídeos elevados
• Hipertensão arterial associada a outros fatores de risco
• Alterações em exames de sangue do fígado (TGO, TGP, gama-GT)
• Consumo regular de bebidas alcoólicas
• Histórico familiar de doença hepática
• Dor ou desconforto no abdome superior direito
• Acompanhamento de esteatose já diagnosticada
• Avaliação pré-operatória em algumas cirurgias
E o que mais o ultrassom abdominal mostra?
Uma das grandes vantagens do exame é que ele avalia o abdome como um todo. Além do fígado, o radiologista observa:
• Vesícula biliar (em busca de cálculos, pólipos e espessamento da parede)
• Vias biliares (dilatações, obstruções)
• Pâncreas (alterações de tamanho ou textura, lesões)
• Baço (tamanho e textura)
• Rins (cálculos, cistos, alterações de tamanho)
• Aorta abdominal (rastreamento de aneurismas)
• Bexiga (em algumas situações)
Por isso, mesmo quando a indicação principal é avaliar o fígado, é comum que o exame revele outras informações importantes para o cuidado da sua saúde.
Como se preparar para o ultrassom abdominal?
O preparo é simples, mas faz diferença na qualidade das imagens:
• Jejum de 6 a 8 horas (água pode ser ingerida em pequenas quantidades)
• Evite alimentos gordurosos, refrigerantes e leite na véspera, pois aumentam a produção de gases que atrapalham a visualização do pâncreas e da aorta
• Tome suas medicações de uso contínuo normalmente, com um gole de água
• Use roupas confortáveis, que permitam expor o abdome com facilidade
• Leve exames anteriores para comparação
• Informe sobre cirurgias prévias na região e doenças em acompanhamento
Como é feito o exame?
Você deita confortavelmente em uma maca. O médico aplica um gel à base de água sobre a pele do abdome — pode estar levemente frio — e desliza um transdutor sobre a região por aproximadamente 20 a 30 minutos. Em alguns momentos será pedido para prender a respiração ou mudar de posição, manobras que ajudam a visualizar melhor cada órgão. Não há dor, não há radiação e você retoma suas atividades imediatamente após o exame.
O que fazer se o exame confirmar esteatose hepática?
A boa notícia é que a esteatose, especialmente nas fases iniciais, é reversível com mudanças de estilo de vida. A perda de cerca de 7% a 10% do peso corporal já reduz significativamente a gordura no fígado e pode até reverter a inflamação. Atividade física regular (mesmo caminhadas de 30 a 40 minutos por dia, cinco vezes por semana), alimentação equilibrada com redução de açúcares e ultraprocessados, controle rigoroso de diabetes, hipertensão e colesterol, e moderação ou abstinência alcoólica são as bases do tratamento. Em alguns casos, o médico pode considerar medicações específicas, sempre individualizando a conduta.
O acompanhamento é importante mesmo em quadros considerados leves, porque a esteatose pode evoluir silenciosamente ao longo de anos. Um novo ultrassom periódico, em geral uma vez por ano, é uma forma simples e segura de monitorar.
Na Uno Diagnóstico, em Maracanaú, realizamos ultrassonografia abdominal total e superior com equipamento de alta resolução e laudos detalhados, assinados por radiologistas com título de especialista pelo Colégio Brasileiro de Radiologia. Atendemos diversos convênios e particular, com agendamento facilitado de segunda a domingo, das 7h às 22h.
Se seu médico pediu um ultrassom abdominal ou se você tem fatores de risco para fígado gorduroso, não adie. Agende seu exame pelo WhatsApp e descubra como o diagnóstico precoce pode trabalhar a favor do seu fígado — antes que a esteatose silenciosa cobre o seu preço.
18 de maio de 2026
Esteatose hepática (fígado gorduroso) em Maracanaú: como o ultrassom abdominal ajuda no diagnóstico
A esteatose hepática, popularmente conhecida como fígado gorduroso, afeta cerca de 1 em cada 3 brasileiros adultos — e na maioria das vezes não dá nenhum sintoma. Entenda como o ultrassom abdominal identifica a doença, quem deve fazer o exame e por que descobrir cedo faz toda a diferença.
Ler mais →Você fez exames de rotina e o seu médico comentou de passagem: "o seu fígado está um pouco gorduroso"? Ou está acima do peso, tem diabetes ou colesterol alto e nunca investigou como anda o seu fígado? Se essas perguntas fazem sentido para você, vale a pena entender melhor o que é a esteatose hepática — também chamada de fígado gorduroso — e por que o ultrassom abdominal é o primeiro exame indicado para investigar essa condição tão comum quanto silenciosa.
O que é a esteatose hepática?
A esteatose hepática é o acúmulo de gordura dentro das células do fígado. Quando a quantidade de gordura ultrapassa cerca de 5% do peso do órgão, o quadro recebe esse nome. Existem duas formas principais: a esteatose hepática associada a disfunção metabólica (a chamada MASLD, antiga DHGNA), ligada a obesidade, diabetes tipo 2, hipertensão e colesterol alterado; e a esteatose alcoólica, relacionada ao consumo excessivo de bebida alcoólica. As duas podem coexistir, e ambas podem evoluir, ao longo dos anos, para inflamação (esteato-hepatite), fibrose, cirrose e até carcinoma hepatocelular.
A esteatose é, hoje, a doença hepática crônica mais comum do mundo. Estudos brasileiros apontam que cerca de 30% da população adulta tem algum grau de gordura no fígado, e esse número sobe para mais de 70% entre pessoas com obesidade ou diabetes. O mais preocupante: a maior parte das pessoas não tem qualquer sintoma e descobre por acaso, em um exame solicitado por outro motivo.
Por que o ultrassom é o primeiro exame indicado?
O ultrassom abdominal é um exame seguro, sem radiação, indolor, amplamente disponível e de baixo custo. Ele tem boa sensibilidade para detectar esteatose moderada a grave e, por isso, é considerado a primeira escolha para investigação inicial. No laudo, o radiologista costuma descrever a textura do fígado como "hiperecogênica", ou seja, mais brilhante que o normal, com atenuação do feixe sonoro nas porções mais profundas e perda de definição dos vasos intra-hepáticos. Esses são os sinais clássicos do fígado gorduroso na ultrassonografia.
Nos casos em que é necessário avaliar com mais precisão a quantidade de gordura ou a presença de fibrose, o médico pode solicitar exames complementares como a elastografia hepática, a ressonância magnética com técnicas específicas ou, em situações selecionadas, a biópsia.
Quem deve fazer ultrassom para investigar o fígado?
A ultrassonografia abdominal pode ser indicada em diversas situações:
• Excesso de peso, obesidade ou ganho de peso recente
• Diabetes tipo 2 ou pré-diabetes
• Colesterol e triglicerídeos elevados
• Hipertensão arterial associada a outros fatores de risco
• Alterações em exames de sangue do fígado (TGO, TGP, gama-GT)
• Consumo regular de bebidas alcoólicas
• Histórico familiar de doença hepática
• Dor ou desconforto no abdome superior direito
• Acompanhamento de esteatose já diagnosticada
• Avaliação pré-operatória em algumas cirurgias
E o que mais o ultrassom abdominal mostra?
Uma das grandes vantagens do exame é que ele avalia o abdome como um todo. Além do fígado, o radiologista observa:
• Vesícula biliar (em busca de cálculos, pólipos e espessamento da parede)
• Vias biliares (dilatações, obstruções)
• Pâncreas (alterações de tamanho ou textura, lesões)
• Baço (tamanho e textura)
• Rins (cálculos, cistos, alterações de tamanho)
• Aorta abdominal (rastreamento de aneurismas)
• Bexiga (em algumas situações)
Por isso, mesmo quando a indicação principal é avaliar o fígado, é comum que o exame revele outras informações importantes para o cuidado da sua saúde.
Como se preparar para o ultrassom abdominal?
O preparo é simples, mas faz diferença na qualidade das imagens:
• Jejum de 6 a 8 horas (água pode ser ingerida em pequenas quantidades)
• Evite alimentos gordurosos, refrigerantes e leite na véspera, pois aumentam a produção de gases que atrapalham a visualização do pâncreas e da aorta
• Tome suas medicações de uso contínuo normalmente, com um gole de água
• Use roupas confortáveis, que permitam expor o abdome com facilidade
• Leve exames anteriores para comparação
• Informe sobre cirurgias prévias na região e doenças em acompanhamento
Como é feito o exame?
Você deita confortavelmente em uma maca. O médico aplica um gel à base de água sobre a pele do abdome — pode estar levemente frio — e desliza um transdutor sobre a região por aproximadamente 20 a 30 minutos. Em alguns momentos será pedido para prender a respiração ou mudar de posição, manobras que ajudam a visualizar melhor cada órgão. Não há dor, não há radiação e você retoma suas atividades imediatamente após o exame.
O que fazer se o exame confirmar esteatose hepática?
A boa notícia é que a esteatose, especialmente nas fases iniciais, é reversível com mudanças de estilo de vida. A perda de cerca de 7% a 10% do peso corporal já reduz significativamente a gordura no fígado e pode até reverter a inflamação. Atividade física regular (mesmo caminhadas de 30 a 40 minutos por dia, cinco vezes por semana), alimentação equilibrada com redução de açúcares e ultraprocessados, controle rigoroso de diabetes, hipertensão e colesterol, e moderação ou abstinência alcoólica são as bases do tratamento. Em alguns casos, o médico pode considerar medicações específicas, sempre individualizando a conduta.
O acompanhamento é importante mesmo em quadros considerados leves, porque a esteatose pode evoluir silenciosamente ao longo de anos. Um novo ultrassom periódico, em geral uma vez por ano, é uma forma simples e segura de monitorar.
Na Uno Diagnóstico, em Maracanaú, realizamos ultrassonografia abdominal total e superior com equipamento de alta resolução e laudos detalhados, assinados por radiologistas com título de especialista pelo Colégio Brasileiro de Radiologia. Atendemos diversos convênios e particular, com agendamento facilitado de segunda a domingo, das 7h às 22h.
Se seu médico pediu um ultrassom abdominal ou se você tem fatores de risco para fígado gorduroso, não adie. Agende seu exame pelo WhatsApp e descubra como o diagnóstico precoce pode trabalhar a favor do seu fígado — antes que a esteatose silenciosa cobre o seu preço.