25 de maio de 2026
Ultrassom na gravidez em Maracanaú: o guia dos exames de imagem do pré-natal
Descobriu que está grávida e ficou com dúvidas sobre quais ultrassons fazer e em que momento? Conheça os principais exames de imagem do pré-natal — do primeiro ultrassom ao morfológico e ao Doppler — e entenda como cada um acompanha o desenvolvimento do bebê.
Ler mais →Você acabou de descobrir que está grávida — ou está planejando esse momento — e logo surge uma enxurrada de dúvidas: quantos ultrassons vou precisar fazer? Em que semana faço o morfológico? Esse exame faz mal para o bebê? Quando dá para saber o sexo? O ultrassom é um dos momentos mais aguardados da gestação e, ao mesmo tempo, uma das ferramentas mais importantes para garantir que mãe e bebê estão bem. Neste guia, explicamos os principais exames de imagem do pré-natal, o que cada um avalia e em que fase da gravidez costumam ser indicados.
O ultrassom obstétrico faz mal para o bebê?
Essa é, talvez, a dúvida que mais aparece — e a resposta tranquiliza: não. O ultrassom (ou ultrassonografia) usa ondas sonoras de alta frequência, e não radiação ionizante como o raio-X ou a tomografia. Por isso, é considerado seguro para a gestante e para o bebê em todas as fases da gravidez, podendo ser repetido quantas vezes o obstetra julgar necessário. O exame é indolor, não exige injeções na maioria das situações e mostra o bebê em tempo real.
Os principais ultrassons da gestação
A gravidez é dividida em três trimestres, e cada fase tem exames específicos. O número exato e o momento de cada ultrassom são definidos pelo seu obstetra, de acordo com o seu caso. De forma geral, estes são os exames mais comuns:
Ultrassom obstétrico inicial (entre 6 e 9 semanas)
É o primeiro encontro com o bebê. Geralmente feito por via transvaginal, por oferecer imagens mais nítidas nessa fase tão precoce, ele confirma a gravidez, verifica se o embrião está dentro do útero (descartando a gravidez ectópica), conta quantos embriões existem (gestação única ou gemelar), identifica os batimentos cardíacos e, principalmente, define com precisão a idade gestacional e a data provável do parto. Essa datação inicial é uma das informações mais valiosas de todo o pré-natal.
Ultrassom morfológico de primeiro trimestre (entre 11 e 14 semanas)
Também chamado de ultrassom de translucência nucal, é um dos exames mais importantes da gestação. Além de avaliar a formação inicial dos órgãos do bebê, ele mede a translucência nucal (uma pequena camada de líquido na nuca do feto) e observa o osso nasal e o fluxo de alguns vasos. Esses marcadores, combinados com a idade materna e, em alguns casos, com exames de sangue, ajudam a estimar o risco de alterações cromossômicas, como a síndrome de Down. É também nessa fase que se começa a rastrear o risco de pré-eclâmpsia.
Ultrassom morfológico de segundo trimestre (entre 20 e 24 semanas)
É o exame mais detalhado da gravidez. Com o bebê maior, o médico consegue examinar minuciosamente a anatomia: cérebro, face, coração, pulmões, abdome, rins, coluna, braços e pernas. Avalia também a placenta, a quantidade de líquido amniótico e o colo do útero. É nesse ultrassom que a maior parte das malformações pode ser identificada — e é, normalmente, quando o sexo do bebê é confirmado com segurança.
Ultrassom obstétrico do terceiro trimestre e Doppler
A partir de aproximadamente 28 semanas, novos ultrassons acompanham o crescimento do bebê, a sua posição (cefálica ou pélvica), a maturação e a localização da placenta e a quantidade de líquido amniótico. Quando é preciso avaliar como está a oxigenação e a circulação do bebê, o obstetra solicita o Doppler obstétrico, que analisa o fluxo de sangue nas artérias do útero, do cordão umbilical e do feto. Esse exame é especialmente importante em gestações de maior risco, como nos casos de pressão alta, diabetes, restrição de crescimento ou quando a mãe tem mais de 35 anos.
Quando dá para descobrir o sexo do bebê?
Essa é uma curiosidade quase universal. Em geral, a partir de 16 semanas já é possível identificar o sexo pelo ultrassom comum, embora a confirmação mais segura aconteça no morfológico de segundo trimestre. A posição do bebê no dia do exame pode dificultar a visualização — então, se não der para ver de primeira, não se preocupe: o exame seguinte costuma resolver.
Como se preparar para o ultrassom da gravidez
O preparo é simples e varia conforme o tipo de exame:
• Ultrassom transvaginal (fase inicial): vá com a bexiga vazia. Não é necessário jejum.
• Ultrassom obstétrico transabdominal inicial: pode ser solicitado que esteja com a bexiga cheia — beba água antes e não urine até o exame.
• Morfológico e exames de segundo e terceiro trimestre: em geral não exigem bexiga cheia, pois o próprio líquido amniótico facilita a visualização. Confirme as orientações no momento do agendamento.
• Em todos os casos: use roupas confortáveis, leve o cartão de pré-natal e os exames anteriores para comparação.
Como o exame é feito
No ultrassom transabdominal, você se deita confortavelmente e o médico aplica um gel sobre a barriga — ele pode estar levemente frio — e desliza o transdutor pela região, observando o bebê em tempo real na tela. No transvaginal, usado nas primeiras semanas, uma sonda fina e devidamente protegida é introduzida com delicadeza, oferecendo imagens mais detalhadas do início da gestação. Os exames duram, em média, de 20 a 40 minutos, dependendo da fase e do nível de detalhamento necessário.
Por que não atrasar os exames do pré-natal
Cada ultrassom tem uma "janela" ideal de realização — fazer o exame no momento certo permite que o médico obtenha as informações mais precisas. O morfológico de primeiro trimestre, por exemplo, perde parte da sua função se realizado depois de 14 semanas. Manter o pré-natal em dia é a melhor forma de acompanhar de perto o desenvolvimento do bebê, identificar precocemente situações que mereçam atenção e chegar ao parto com mais tranquilidade e segurança.
Na Uno Diagnóstico, em Maracanaú, realizamos ultrassonografia obstétrica e obstétrica com Doppler colorido, com equipamento de alta resolução e laudos assinados por radiologistas com título de especialista pelo Colégio Brasileiro de Radiologia. Atendemos diversos convênios e particular, com agendamento facilitado de segunda a domingo, das 7h às 22h.
Se você está grávida e seu obstetra solicitou um ultrassom, não deixe para depois. Agende seu exame pelo WhatsApp e acompanhe cada fase dessa jornada com o cuidado e a atenção que você e o seu bebê merecem.
21 de maio de 2026
Ultrassom pélvico e transvaginal em Maracanaú: diagnóstico de miomas, cistos e endometriose
Dor pélvica, menstruação irregular ou difícil para engravidar? O ultrassom pélvico e transvaginal é o principal exame para investigar miomas, cistos ovarianos, endometriose e outras condições ginecológicas. Entenda quando fazer, como se preparar e o que o exame pode revelar.
Ler mais →Dor pélvica que piora na menstruação. Ciclos irregulares ou sangramento fora de hora. Dificuldade para engravidar sem causa aparente. Sensação de peso na barriga baixa. Cada um desses sinais pode ter uma causa completamente diferente — e o ultrassom pélvico ou transvaginal é o ponto de partida para o diagnóstico da maioria delas. Seguro, sem radiação e com excelente capacidade de mostrar o útero e os ovários em detalhes, esse exame é uma das ferramentas mais solicitadas na ginecologia e na obstetrícia.
O que é o ultrassom pélvico?
O ultrassom pélvico é um exame que usa ondas sonoras de alta frequência para gerar imagens das estruturas da pelve feminina: útero, ovários, trompas e bexiga. Existem duas formas principais de realizá-lo:
Ultrassom pélvico transabdominal: o transdutor é deslizado sobre a parte inferior da barriga, por cima da pele. Exige bexiga cheia para que a urina sirva de "janela acústica" e melhore a visualização das estruturas pélvicas. É a modalidade usada em gestantes e em situações em que a via transvaginal não é indicada.
Ultrassom transvaginal (endovaginal): uma sonda de pequeno calibre é introduzida delicadamente dentro da vagina, aproximando-se muito mais do útero e dos ovários do que seria possível pela parede abdominal. Por isso, oferece imagens com muito mais detalhes — especialmente de nódulos pequenos, espessura do endométrio, ovários e ovários policísticos. Não exige bexiga cheia e é o método preferido na maioria das investigações ginecológicas em mulheres sexualmente ativas.
Nas duas modalidades, o exame é indolor (ou levemente desconfortável na versão transvaginal), sem radiação e realizado em tempo real.
O que o exame pode detectar?
O ultrassom pélvico/transvaginal é indicado para investigar e acompanhar diversas condições:
Miomas uterinos (leiomiomas)
Os miomas são tumores benignos que crescem dentro ou ao redor do útero. São muito comuns: estima-se que até 70% das mulheres terão algum mioma ao longo da vida. A maioria não causa sintomas, mas alguns podem provocar sangramento intenso, dor pélvica, pressão na bexiga ou intestino e dificuldade para engravidar — dependendo do tamanho e da localização. O ultrassom identifica com precisão quantos miomas existem, onde estão (submucosos, intramurais ou subserosos) e o tamanho de cada um, informações fundamentais para decidir se há necessidade de tratamento e qual o mais adequado.
Cistos ovarianos
Os cistos nos ovários são extremamente frequentes e, na maioria das vezes, fisiológicos — ou seja, surgem como parte do próprio ciclo menstrual e desaparecem sozinhos em alguns meses. O ultrassom ajuda a diferenciar cistos simples e benignos daqueles com características que merecem investigação mais cuidadosa: paredes espessas, septos internos, componentes sólidos. Essa distinção orienta o ginecologista sobre o acompanhamento adequado, evitando cirurgias desnecessárias e, ao mesmo tempo, não deixando escapar lesões que precisam de atenção.
Endometriose
A endometriose é uma doença inflamatória em que tecido semelhante ao endométrio (revestimento interno do útero) cresce fora do útero, causando dor intensa, especialmente na menstruação, relações sexuais dolorosas e infertilidade. O diagnóstico definitivo é cirúrgico, mas o ultrassom — especialmente o transvaginal com preparo intestinal — consegue identificar nódulos de endometriose profunda, endometriomas ovarianos (cistos de "chocolate") e aderências, auxiliando no planejamento do tratamento.
Síndrome dos ovários policísticos (SOP)
A SOP é um dos distúrbios hormonais mais comuns em mulheres em idade reprodutiva. O ultrassom transvaginal mostra ovários aumentados com múltiplos pequenos folículos distribuídos na periferia — o chamado aspecto "em colar de pérolas" ou "aspecto policístico". Esse achado, associado aos critérios clínicos e laboratoriais, auxilia no diagnóstico da síndrome, que pode causar irregularidade menstrual, excesso de pelos, acne e dificuldade para engravidar.
Avaliação do endométrio
O endométrio é o revestimento interno do útero, que se modifica ao longo do ciclo menstrual. O ultrassom mede com precisão a espessura endometrial — informação importante para investigar sangramento uterino anormal, especialmente em mulheres na pós-menopausa, onde um endométrio espessado pode indicar a necessidade de biópsia para descartar lesões. Também avalia a presença de pólipos endometriais, que muitas vezes causam sangramento intermenstrual ou dificultam a implantação do embrião na fertilização assistida.
Investigação de infertilidade
O ultrassom faz parte da investigação básica do casal infértil. Na mulher, avalia a morfologia do útero (anomalias congênitas, miomas, pólipos, aderências), a reserva ovariana (contagem de folículos antrais) e a permeabilidade das trompas em algumas situações específicas. É também fundamental no acompanhamento de ciclos de indução de ovulação e de fertilização in vitro.
Acompanhamento de DIU e implantes
O ultrassom confirma se o dispositivo intrauterino (DIU) está bem posicionado dentro da cavidade uterina após a inserção e ajuda a identificar deslocamentos que possam comprometer sua eficácia contraceptiva.
Quando o exame é indicado?
O ginecologista pode solicitar o ultrassom pélvico ou transvaginal em diversas situações:
• Dor pélvica crônica ou aguda
• Sangramento uterino anormal (intenso, prolongado, irregular ou na pós-menopausa)
• Menstruação irregular ou ausência de menstruação
• Dificuldade para engravidar
• Suspeita de mioma, cisto, pólipo ou endometriose
• Acompanhamento de lesões já diagnosticadas
• Avaliação pré-operatória ginecológica
• Acompanhamento de ciclos de fertilização
• Verificação do posicionamento do DIU
• Check-up ginecológico anual em algumas situações clínicas
Como se preparar?
O preparo varia conforme a modalidade:
Para o ultrassom transabdominal:
• Bexiga cheia: beba de 4 a 6 copos de água (800 ml a 1 litro) cerca de 1 hora antes do exame e não urine até a realização
• Não é necessário jejum
• Use roupas confortáveis que permitam expor a parte inferior do abdome
Para o ultrassom transvaginal:
• Bexiga vazia ou levemente preenchida (urine antes de chegar à clínica)
• Não é necessário jejum
• Idealmente, o exame é feito entre o 5° e o 10° dia do ciclo menstrual para avaliação do endométrio em sua fase mais fina — mas pode ser feito em qualquer fase, dependendo da indicação
• Informe se está menstruando e se há alguma contraindicação à via transvaginal
Em ambos os casos, leve exames anteriores (ultrassons, laudos de cirurgia, laudos de biópsia) para comparação. Quanto mais informação o radiologista tiver, mais detalhado e útil será o laudo.
Como é feito?
O ultrassom transabdominal é realizado com você deitada de costas, expondo a barriga baixa. O médico aplica gel sobre a pele e desliza o transdutor pela região pélvica. O gel pode estar levemente frio. O exame dura em torno de 15 a 20 minutos.
O ultrassom transvaginal é feito com a paciente em posição ginecológica (deitada de costas com os joelhos dobrados). O médico utiliza uma sonda coberta por preservativo com gel lubrificante, que é introduzida delicadamente dentro da vagina. A profundidade de introdução é mínima e o exame é, em geral, bem tolerado. A maioria das mulheres relata apenas leve desconforto, sem dor. O exame dura cerca de 20 a 25 minutos.
O que acontece depois?
Com o laudo em mãos, o ginecologista interpreta os resultados dentro do seu contexto clínico e, se necessário, solicita exames complementares (como ressonância magnética para detalhamento de endometriose profunda, histeroscopia para investigação da cavidade uterina, ou dosagens hormonais). Muitas condições descobertas no ultrassom têm tratamento eficaz — e quanto antes o diagnóstico, mais opções terapêuticas estarão disponíveis, incluindo abordagens menos invasivas.
Na Uno Diagnóstico, em Maracanaú, realizamos ultrassonografia pélvica transabdominal e transvaginal com equipamento de alta resolução e laudos detalhados, assinados por radiologistas com título de especialista pelo Colégio Brasileiro de Radiologia. Atendemos diversos convênios e particular, com agendamento facilitado de segunda a domingo, das 7h às 22h.
Se você tem sintomas ginecológicos que merecem investigação ou se seu médico solicitou um ultrassom pélvico, não adie. Agende pelo WhatsApp e venha com a tranquilidade de um atendimento especializado — porque cuidar da sua saúde pélvica é cuidar de você como um todo.
20 de maio de 2026
Pedras nos rins em Maracanaú: como o ultrassom e a tomografia detectam cálculos renais
A cólica renal está entre as dores mais intensas que existem — e o diagnóstico correto exige o exame de imagem certo. Entenda quando fazer ultrassom, quando fazer tomografia e como o diagnóstico precoce facilita o tratamento.
Ler mais →Imagine sentir uma dor que começa nas costas, passa pelo flanco e vai até a virilha — uma dor que muitos descrevem como uma das piores que já sentiram na vida. A cólica renal, causada pela movimentação de um cálculo dentro do trato urinário, é exatamente isso. Se você ou alguém da sua família já passou por isso, sabe bem o que é. Se nunca passou, precisa saber que o Nordeste brasileiro, incluindo o Ceará, está entre as regiões do país com maior prevalência de cálculos renais — e que o exame de imagem certo, no momento certo, faz toda a diferença entre um tratamento simples e uma complicação séria.
O que são os cálculos renais?
Os cálculos renais (ou litíase renal) são depósitos sólidos que se formam dentro dos rins a partir de minerais e sais presentes na urina. O tipo mais comum é o cálculo de oxalato de cálcio, mas existem também cálculos de ácido úrico, fosfato e estruvita (associados a infecções). Eles variam de tamanho: alguns têm poucos milímetros, outros crescem até centímetros. Os menores têm grande chance de ser eliminados espontaneamente com hidratação e analgesia; os maiores geralmente precisam de tratamento urológico específico.
Por que o Nordeste tem tantos casos?
O clima quente acelera a perda de líquidos pelo suor, concentrando a urina e favorecendo a cristalização dos minerais. Somado a uma tendência de ingestão de água abaixo do ideal em boa parte da população nordestina, o resultado é uma incidência de litíase renal acima da média nacional. Estudos brasileiros colocam o Nordeste entre as regiões de maior prevalência da doença, e Fortaleza e Maracanaú seguem essa estatística. Nos períodos mais quentes do ano, os atendimentos por cólica renal aumentam em todas as unidades de pronto-atendimento da região.
Quais são os sintomas?
A pedra no rim pode se manifestar de formas diferentes:
• Dor intensa em cólica no flanco, que irradia para a virilha ou a região genital
• Dor que vai e vem, em ondas, sem posição que alivie de vez
• Náuseas e vômitos associados à dor
• Sangue na urina (hematúria), visível ou detectado em exame laboratorial
• Dificuldade ou ardência ao urinar
• Vontade frequente de urinar em pequenas quantidades
• Febre e calafrios — sinal de alerta que indica possível infecção e exige avaliação urgente
Muita gente, porém, descobre a pedra por acaso, em um ultrassom de rotina, sem ter sentido sintoma algum. Por isso, o diagnóstico por imagem é tão importante: ele revela o que você não sente.
Ultrassom ou tomografia: qual exame fazer?
Essa é a dúvida mais comum. A resposta depende do contexto clínico, e o médico é quem deve indicar o exame adequado. Mas vale entender as características de cada um.
Ultrassonografia de vias urinárias
É o exame de primeira escolha na investigação inicial e no acompanhamento de cálculos já conhecidos. Seguro (sem radiação), amplamente disponível e de baixo custo, identifica cálculos nos rins, detecta hidronefrose (dilatação renal causada pela obstrução) e avalia o tamanho e a estrutura dos rins. A limitação é que cálculos pequenos localizados nos ureteres (os tubos que conectam rim e bexiga) nem sempre são visíveis com nitidez. Mesmo assim, quando associado a uma radiografia simples de abdome, o conjunto consegue diagnosticar corretamente a grande maioria dos casos.
Tomografia computadorizada de abdome e pelve sem contraste
É o padrão-ouro no diagnóstico da litíase urinária. Com sensibilidade de até 96% e especificidade próxima de 100%, detecta cálculos em qualquer parte do trato urinário — inclusive os menores e os que estão nos ureteres. É o exame preferido na crise de cólica renal, especialmente quando há dúvida diagnóstica, falha no controle da dor ou suspeita de complicações. A dose de radiação é controlada, e na crise aguda o benefício diagnóstico supera amplamente esse aspecto. O protocolo sem contraste endovenoso para cálculos torna o exame ainda mais simples e rápido.
Como se preparar?
Para o ultrassom de vias urinárias:
• Jejum de 4 a 6 horas para melhor visualização dos rins
• Bexiga moderadamente cheia: beba 2 copos de água 30 a 40 minutos antes do exame
• Leve exames anteriores e o pedido médico
• Informe ao médico sobre cirurgias anteriores nos rins ou na bexiga
Para a tomografia de abdome e pelve:
• Jejum de 4 horas se houver possibilidade de uso de contraste
• Para o protocolo sem contraste específico para cálculos, geralmente não há jejum obrigatório — confirme no agendamento
• Traga exames anteriores e informe alergias e medicamentos em uso
• Informe se há suspeita de gravidez ou uso de metformina
Como é feito?
O ultrassom é realizado com o paciente deitado. O médico desliza o transdutor com gel sobre o abdome e os flancos, avaliando cada rim, os ureteres (na medida do possível) e a bexiga. O exame dura cerca de 20 a 25 minutos e não causa nenhum desconforto.
A tomografia leva poucos segundos de aquisição efetiva. O paciente deita na maca e passa pelo anel do tomógrafo; em alguns momentos é pedido para prender a respiração por alguns segundos. O resultado é uma série de imagens em cortes finos que mostram qualquer cálculo, com seu tamanho exato, localização precisa e grau de obstrução.
O que fazer depois do diagnóstico?
Com o laudo em mãos, o urologista decide o tratamento adequado. Cálculos menores (geralmente abaixo de 5 a 6 mm) têm grande chance de saída espontânea com hidratação intensa, analgésicos e acompanhamento clínico. Cálculos maiores ou que causam obstrução persistente podem precisar de litotripsia extracorpórea (ondas de choque que fragmentam a pedra sem cirurgia), ureteroscopia ou cirurgia percutânea. A maioria dos pacientes se trata sem procedimento invasivo, especialmente quando o diagnóstico é feito cedo.
Após o tratamento, o acompanhamento periódico com ultrassom é importante para verificar a eliminação do cálculo, detectar novos cálculos em formação e confirmar que os rins permanecem sem sinais de dano.
Na Uno Diagnóstico, em Maracanaú, realizamos ultrassonografia de vias urinárias e tomografia computadorizada de abdome e pelve com laudos assinados por radiologistas com título de especialista pelo Colégio Brasileiro de Radiologia. Atendemos diversos convênios e particular, com agendamento facilitado de segunda a domingo, das 7h às 22h.
Se você está com cólica, sangue na urina ou já sabe que tem pedra no rim e precisa de acompanhamento, não adie. Agende seu exame pelo WhatsApp e chegue à consulta com o diagnóstico em mãos — porque quanto antes você souber o tamanho e a localização do cálculo, mais rápido e simples será o seu tratamento.